Nesta último segunda-feira (08) o Comitê Olímpico Brasileiro postou no Youtube um vídeo do salto inédito “Triplo Twist Yurshenko” (TTY) da ginasta Rebeca Andrade. Levando as redes sociais e os comitês olímpicos a loucura – Apesar do favoritismo da medalhista campeã Simone Biles entre as competições ginásticas e saltos, isso não abala a brasileira Rebeca Andrade, medalhista de ouro nas Olimpíadas de Tóquio 2020, não está se deixando abalar pela famosa. Apostando alto com uma nova proposta de salto.
As redes sociais foram a loucura ao se depararem com um vídeo da ginasta brasileira Rebeca Andrade executando um salto inédito e que não conta com nota oficial para competições internacionais. Entretanto, dúvidas foram criadas e competições foram estabelecidas entre as ginastas.
Na última Olimpíadas, realizada em Tóquio em 2021, a medalhista Simone Biles não participou devido ao Covid-19, deixando o território livre para Rebeca Andrade se destacar em seu primeiro ano. Após as competições, Rebeca se esforçou e vem treinando diariamente para Olimpíadas que acontecerá neste ano.
Porém as imagens vazadas podem ter prejudicado a atleta. O video foi divulgado pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB) em um vídeo em homenagem ao treinador da ginasta Francisco Porath Neto, conhecido como Chico, gerando um conflito entre a CBG( Confederação Brasileira de Ginástica)
De acordo com informações do jornalista Demétrio Vecchioli, da coluna Olhar Olímpico, do UOL, a Confederação Brasileira de Ginástica (CBG) tinha interesse em divulgar o vídeo mais perto das Olimpíadas de Paris, onde Rebeca deve executar o salto, como forma de “jogar pressão na adversárias”, como por exemplo Simone Biles.
Contudo, o vazamento do vídeo a 18 dias dos Jogos Olímpicos, poderia dar tempo hábil para outras ginastas se prepararem para executar saltos mais difíceis.
O Triplo Twist Yurshenko (TTY) nunca foi executado em uma competição internacional, por isso, não faz parte do código de pontuação da modalidade. Como não existe pontuação, a nota de partida dele também não existe e requer uma discussão técnica sobre o tema. O Brasil defende que ele tenha uma nota 6,0, já os EUA, que valha no máximo 5,8.






