Desassoreamento do Itapecerica será discutido em fórum técnico

Publicado por: suporte

A enchente ocorrida no dia 18 de dezembro do ano passado em Divinópolis, aumentou o número de entulhos e lixos no fundo do rio, o que chamamos de assoreamento. Consequentemente, a redução da profundidade do rio faz com que ele suporte menos água, podendo ocorrer novas enchentes se houver um volume de chuvas muito grande.

Uma medida que pode reverter este quadro é o desassoreamento do rio, no qual é feita a retirada de entulhos despositados no fundo, assim, a vazão do rio tende a aumentar.

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Em Divinópolis, este processo ainda não se iniciou, pois segundo o secretário municipal de Meio Ambiente e Planejamento Urbano, Pedro Coelho, não há verba suficiente para resolver todo o problema e que não adianta dar início a uma atividade sem ter recursos financeiros suficientes para terminá-la.

No início do ano, o prefeito Vladimir Azevedo, fez um estimativa de que aproximadamente 500 mil metros cúbicos de detritos do fundo do rio poderiam ser retirados. Completou dizendo que a meta era aumentar a vazão do rio em cerca de 30%.

Um fórum técnico formado por pessoas com conhecimento científico e demais envolvidos com a causa do Itapecerica discutirá, na próxima semana, medidas para a recuperação do rio.

E por falar em rio…

Após o derramamento de óleo no rio que houve na última terça, (21), a empresa terá que tomar medidas que evitem um novo crime.

A denúncia de derramamento de óleo no Itapecerica teria partido do ambientalista Jairo Gomes, que em relatório afirma que até ano de 2002, a FCA acumulou mais de 40 denúncias por contaminação hídrica.

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O secretário municipal de Meio Ambiente e Planejamento Urbano, Pedro Coelho, disse que a empresa sempre se defendia dizendo que óleo não vinha de seu pátio, mas segundo ele, não há como negar a origem do produto, sendo assim, a empresa foi multada por em R$25 mil e ainda disse que, como o crime é reincidente, o valor pode chegar a R$50 mil. A empresa abriu um prazo de defesa.

O gerente de meio ambiente da FCA, Evaldo Pádua, assinou um termo de compromisso no qual a empresa se responsabiliza em cessar o derramamento até o final de agosto, mesmo assim, a empresa terá que adequar seu pátio de funcionamento entre 2010 e 2011.

Sobre outras empresas que também poluem o rio e devem ser fiscalizadas, Coelho não soube informar, pois segundo o secretário, as empresas são autuadas através de denúncias feitas na secretaria de meio ambiente ou na promotoria de justiça. O telefone da secretaria é 3229-6545.

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