Prefeitura de Divinópolis rebate acusações de Fabiano Tolentino sobre perdas de emendas e alega “pouco prazo”


A Prefeitura de Divinópolis, em nota à imprensa, rebateu as acusações do ex-deputado estadual, Fabiano Tolentino (CDN), que por “incompetência” teria perdido a emenda parlamentar de R$ 775 mil, feita por ele, enquanto ainda ocupava o cargo na assembleia legislativa.

Segundo Fabiano, foi enviado ao Executivo de Divinópolis R$ 850 mil, sendo R$ 150 mil para a implantação de 12 academias ao ar livre em 12 bairros da cidade. Enquanto os R$ 700 mil seriam para a infraestrutura do município.

Por “incompetência da gestão”, como afirmou ao Divinews, apenas metade do primeiro valor, ou seja R$ 75 mil foram usados para a implantação de seis academias. Já o recurso para a infraestrutura, foi totalmente perdido, já que a Prefeitura não apresentou documentação e sequer teria elaborado um projeto para tal.

Em resposta, Executivo alega que a Secretaria Municipal de Fiscalização de Obras Públicas e Planejamento (Semfop), responsável pela indicação da instalação das academias, explicou que os recursos chegaram à pasta com pouco prazo para providências e que diante da situação, foram encaminhados equipamentos das academias para praças que cumpriram os requisitos constantes no edital.

Já sobre os outros R$ 700 mil para infraestrutura, que também foi perdido, a Prefeitura não se manifestou sobre o assunto.

Após ler sobre a resposta do órgão, Tolentino se diz impressionado com a explicação dada pela Prefeitura. “Totalmente sem fundamentos, tendo em vista que as Academias foram licitadas e compradas pelo Estado de Minas Gerais, cabendo ao Executivo somente a indicação do local, onde seriam instaladas as academias. A Prefeitura, neste caso, das academias, não precisava nem ter o trabalho de licitar, tendo em vista que o Estado já tinha feito, era somente para indicar os 12 locais, porém só conseguiu indicar 06 locais, sendo assim Divinópolis perdeu por incompetência de Gestão 06 Academias de nossas emendas impositivas”, garante o ex-deputado.

Para Fabiano, não existe com relação aos 700.000,00, pois foi falta de entrega da documentação necessária, exigida para firmar um convênio com o Estado de Minas Gerais.

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