JOGO DE EMPURRA: Prefeitura de Divinópolis não paga Santa Casa de Formiga, que não paga servidores demitidos da UPA 24 horas


O encerramento do contrato da Santa Casa de Misericórdia de Formiga, com a Prefeitura de Divinópolis na administração da Unidade de Pronto Atendimento Padre Roberto – UPA 24 Horas, quem está “pagando o pato” são os servidores e o corpo Clinico da unidade hospitalar – Segundo o ex-superintendente da UPA, José Geraldo Pereira, ao lado do advogado da Santa Casa, explicou que o não pagamento dos salários, e também do acerto trabalhista que envolve a liberação do FGTS, se deve à dívida do município, de  aproximadamente R$ 2,8 milhões para o pagamento da folha, e cerca de R$ 1,4 milhão para pagar o corpo clinico. Ou seja, os servidores não recebem da Santa Casa de Formiga, por que segundo eles, a Prefeitura também não paga o que deve.

O advogado da Santa Casa, ao lado do ex-superintendente da UPA, José Geraldo Pereira, começaram nesta terça-feira (01) a fazer a rescisão do contrato de trabalho dos ex-funcionários, seguindo a ordem alfabética. Eles estão dando baixa nas carteiras de trabalho com data do dia 29 de setembro que foi o último dia de trabalho. Conforme o advogado, é para que os funcionários sigam suas vidas. Eles tinham a expectativa de que o município depositasse os valores devidos para a Santa Casa de Formiga, mas até então, conforme suas informações os depósitos não foram feitos. Está faltando a Prefeitura de Divinópolis pagar o mês de setembro, e as rescisões, no total aproximado entre R$ 2,8 milhões e  R$ 3 milhões para os celetistas e R$ 1,4 milhão para os médicos, referentes a dois meses de contrato. Embora o prazo do município para realizar o pagamento seja de 10 dias, eles já foram avisados que não existe dinheiro para fazer o pagamento.

Já o representante do sindicato da categoria, Efraim, afirmou taxativamente que os dois contratantes, tanto a Santa Casa de Misericórdia de Formiga e a Prefeitura de Divinópolis deram um calote nos 204 trabalhadores. Conforme Efraim a intenção dos empregadores era fazer a rescisão sem o pagamento, incluindo a multa de 40% referente ao FGTS, que não foi depositado. “Chegaram aqui na maior cara de pau pedindo que os trabalhadores assinassem a rescisão contratual sem receber nada e sem a liberação do FGTS, sem trazer a “chave” para liberar o FGTS do conjunto dos 204 trabalhadores”

Efraim critica tanto a prefeitura de Divinópolis, quanto a Santa Casa de Formiga que não fizeram o provisionamento dos pagamentos dos servidores. Sabendo que o contrato seria encerrado e que havia demissões. “Nenhum deles fizeram nada, agora está um empurra empurra danado e apenas os trabalhadores saem prejudicados”

 

 

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