BARBÀRIE: Câmera mostra início do massacre de atiradores contra alunos da escola Raul Brasil em Suzano


Câmeras de segurança da escola estadual Raul Brasil, em Suzano (SP), registraram o momento em que Guilherme Taucci Monteiro abre fogo contra alunos e funcionários. Seu parceiro do crime, Luiz Henrique de Castro também é flagrado agredindo, com um machado, estudantes em fuga e corpos no chão. Na noite de quarta-feira, o governo de São Paulo disse que a dupla tinha um pacto de morte.

O massacre com dez mortos reacendeu o debate sobre a segurança nas escolas. Alguns tópicos são considerados: a falta de medidas preventivas, a semelhança com casos registrados nos Estados Unidos, a proximidade entre dois episódios similares (tiros na catedral de Campinas, em dezembro, e, agora, no colégio de Suzano) e a bandeira armamentista do presidente Jair Bolsonaro.

O que foi dito: parlamentares ligados ao governo descartam relaçãoentre a tragédia e a pauta de acesso a armamentos. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), manifestou opinião oposta: disse quefacilitar o porte de armas em área urbana seria “barbárie”.

Análise: especialistas consultados pelo GLOBO avaliam que o ataque exige reflexões que vão além do acesso às armas: é preciso discutir o “estado de selvageria” e o “clima bélico” para resolução de conflitos.

Opinião: Pedro Doria questiona se o Brasil está “importando” a realidade dos EUA: massacre com vítimas aleatórias “é a cultura deles”, diz. “Só que agora temos dois seguidos”.

 

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