Mandatos de Fabiano Tolentino são marcados por independência e coragem


O divinopolitano Fabiano Tolentino (PPS) se lançou candidato ao cargo de Deputado Federal nessas Eleições. Há mais de 15 anos na política, já foi Secretário Municipal de Esportes, o vereador mais votado da história de Divinópolis e por duas vezes Deputado Estadual. 

Durante seu trabalho na Assembleia, foi o primeiro deputado a abrir mão do 14º e 15º salários culminando na extinção do privilégio na Casa. Além disso, dispensou o auxílio-moradia, mesmo não morando em Belo Horizonte. Fabiano explica: “eu acho que tudo parte realmente de cortar na carne. Não adianta nada a gente discutir imposto se o sistema hoje consome boa parte desse imposto. Quando eu digo sistema, me refiro ao que é instituído pela Constituição Federal que é Legislativo, Judiciário e Executivo”.

Suas votações também chamaram a atenção ao longo do período, com fortes características de independência. No ano de 2015, quando foi discutido o aumento do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) da energia elétrica e de produtos industriais, Fabiano Tolentino votou contrário. Votou contra também o aumento do ICMS sobre os combustíveis em 2017 e o aumento do IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) proposto no mesmo ano.

Admirado na Assembleia pela sua coragem, Fabiano fiscalizou, denunciou os abusos da COPASA (Companhia de Saneamento de Minas Gerais) e apoiou vereadores em mais de 30 cidades que instauraram CPIs para investigar a estatal. Fiscalizou também as condições das estradas que cortam o Estado, a maior malha rodoviária do país, muitas delas pedagiadas. Além disso, o deputado denunciou a compra superfaturada de carteiras escolares e; máquinas fotográficas pelo Governo do Estado e barrou a compra de produtos supérfluos como camarão VG, queijos importados e cerveja belga.

Novo desafio

Ao colocar seu nome à disposição para a disputa eleitoral desse ano, Fabiano Tolentino assumiu um desafio maior,  O político justifica sua tomada de decisão: “Acredito que dois mandatos é tempo suficiente para alguém mostrar serviço. Defendo que o cargo público tem que ter um limite de tempo para o político atuar e depois deixar o lugar vago para outros nomes assumirem, trazendo novas ideias e novas propostas” diz ele.

 

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