“Rolo compressor da UFMG” fez mais duas vítimas de suicídio na última semana


Segundo várias matérias de um site de notícias de Belo Horizonte, a última relatou mais um caso de suicídio que está ocorrendo sistematicamente na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), segundo testemunhos de estudantes, por pressão das grades dos próprios cursos, potencializado pela atuação de excesso de cobrança de alguns professores, que nem sempre cobram adequadamente, uns chegam às raias de extrema grossura com os alunos, ao nível mesmo de assédio moral  – Desta vez, na última semana, foi um estudante do curso de medicina veterinária, que tirou a própria vida, sendo o segundo caso registrado em apenas uma semana. Os outros casos aconteceram em 2017.

Em um dos casos, o aluno que suicidou e que residia em moradia estudantil, havia se envolvido em um caso polêmico no início daquele ano. Ele teria sido pego se masturbando na porta de um banheiro feminino da Faculdade de Farmácia. As alunas do curso fizeram um. A UFMG acompanhou o caso e o ajudou com auxílio psicológico. Foi revelado na ocasião que o estudante havia perdido a mãe há dois anos e que não era próximo do pai.

Um outro caso de suicídio, ainda segundo matéria do site, também ocorreu em 2017, de um estudante que também residia em moradia estudantil, porém cometeu suicídio na sua cidade de origem.

Naquele mesmo ano, 2017, houve ainda uma tentativa de suicídio de uma estudante de Medicina. Mas desta vez com a ajuda amigas, ela desistiu do ato e foi encaminhada para ser tratada em um hospital. Alunos do curso de medicina contaram naquela época que, outros casos de tentativas de suicídios já tinham acontecido, pelo menos seis ou sete.

Em uma matéria produzida pelo site um os alunos relatam como são os seus dias e noites de estudos, em que eles recorrem a energéticos e antidepressivos, ou seja tomam energéticos para ficarem acordados e estudar à exaustão, e depois remédios para conseguirem dormir. Não existe fins de semana ou momento de lazer, é estudar, estudar e estudar, principalmente para os cursos considerados mais pesados, como medicina, enfermagem, engenharia e outros.

Uma aluna conta: “Uma vez uma professora me perguntou o que eu fazia de 23h às 6h e respondi que dormia. Ela me disse que poderia utilizar esse tempo para estudar. Obviamente foi uma brincadeira, mas com o passar do tempo se tornou realidade. Perdi peso, passei noites à base de café e energético e tenho amigos que utilizam ritalina para dar conta do ‘rolo compressor’ da UFMG. Existem excelentes professores, mas infelizmente não é o caso da maioria. Grande parte dos professores acha que sua matéria é exclusiva, passando um conteúdo massivo. A tristeza se torna rotina a cada semestre e apesar de descrever a situação incômoda nos questionários de avaliação da UFMG, nada acontece. No início do semestre resta a torcida para pegar um professor coerente, afim de não ser esmagado pelo ‘rolo compressor’ chamado UFMG”, relata um aluno de engenharia civil.

 

Fonte: Site BHAZ

17 comentários em ““Rolo compressor da UFMG” fez mais duas vítimas de suicídio na última semana

  • 16 de abril de 2018 em 22:08
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    Kkkkkk então se ele ouvir um não do patrão , vai suicidar? Um não de uma mulher vai estrelar ela?
    Esta geração é uma piada,

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    • 19 de abril de 2018 em 09:12
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      Fecha a boca doido! Inúmeras pessoas fazem tratamento psiquiatrico e precisam de respeito. Ontem um amigo meu na rua dessa cidade cheia de malucos chamada Divinopolis, foi chamado de viadinho por uma velha doida sem macho (na rua Antonio Olímpio de Morais). Eu porque tinha dentista e estava atrasada senão ia lá socar a cara dessa vaca. Naquela praça da Catedral, dia de domingo, tem outro doido que fica perseguindo quem tá lá sozinho, achando que é algum pedófilo. Vai ter malucos assim nos quinto dos inferno!

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  • 16 de abril de 2018 em 21:01
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    Isso é Universidade ou INFERNO de DANTE!!!
    Estou de olho hein!?

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  • 16 de abril de 2018 em 20:59
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    Cruz Credo!!! Meu filho irá iniciar seus estudos no segundo semestre!
    Pelo visto terei de assistir aula também!!!
    Faça o favor!

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  • 16 de abril de 2018 em 09:33
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    Como serão estes alunos, os profissionais no futuro? concertesa profissionais com danos psicológicos. E uma soma erros. O que está acontecendo com a faculdade fmg? Os professores tem que passar por uma qualificação de humildade!. Obrigado: judtih

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  • 16 de abril de 2018 em 09:25
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    eu tenho trauma de escola. Não consigo fazer um curso superior.

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  • 16 de abril de 2018 em 08:29
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    Isso não e só em faculdades nao e no ensino fundamenta 1 e 2 tbm crianças com 10 anos sendo cobrada igual adulto nas escolas acho absurdo isso e de dar do

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  • 16 de abril de 2018 em 07:26
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    O suicídio tem múltiplas causas. Estudei na UFMG na década de 80, realmente é exigente. Mas é um privilégio tudo que passei, passaria de novo. NÃO SE DEVE CULPAR QUALQUER INSTITUIÇÃO por um acontecimento que a própria pessoa escolha faz. Sejam sensatos quanto mais aprendemos seremos melhores.
    Vivemos
    num mundo em que culpar o próximo. Indenizações e outros artifícios.
    Culpar e jogar nossas falhas em outros é mais fácil e lucrativo.
    O suicídio é devido a problemas internos da pessoa e que situações externas potencializam e deve ser tratada
    A família deve estar atenta ao comportamento dp seus jovens.

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    • 16 de abril de 2018 em 22:05
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      Até que fim uma pessoa sensata nestes comentários, parabéns pela sua resposta, você está corretíssimo.

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  • 16 de abril de 2018 em 07:19
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    Isso não pode mais ocorrer. Os alunos devem denunciar ao MPF e ao MEC. Não é só lá, outros campus também agem dessa forma.
    Estou em Viçosa e por aqui inúmeros casos de suicídio, além de recorrer em à bebidas e outras drogas. Estou mentalizando o grupo Mães de Viçosa a fim de ajudar os jovens que são nosso futuro mesmo.

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  • 16 de abril de 2018 em 06:53
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    Isso é um evidente caso de policía. Os alunos precisam de apoio externo já que seu questionarios são desprezados pela instituição.

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  • 15 de abril de 2018 em 22:20
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    Ufmg sempre foi rolo compressor. Sou ex aluna de lá em 2 graduaçoes: eng civil e fisica. Fiz pos graduação tb. Qdo aluna de eng fui reprovada em Fisica III por 4 vezes. Uma delas, uma questão tinha sua resoluçao em 3 páginas. Acertei as 2 primeiras, mas o prof falou que não conclui a questão e minha nota foi zero. Fiquei com 56 pontos. Esta questão valia 12 pontos. Se tivesse me dado dois terços da questão, teria sido aprovada. E me falou: aqui é melhor que Carnaval, tem 2 vezes no ano.
    Acho que a diferença dos alunos de hoje é pq sou do tempo da inflaçao 80% ao mes, onde nosso pais era miserável. E a gente foi criada e preparada para enfrentar fracassos e crises. Esta geração é fruto da inflaçao baixa , onde o não é pouco dito. E na Universidade temos muitos nãos.

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  • 15 de abril de 2018 em 20:53
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    Há para com isso . Rolo compressor… rolo compressor lhe aguarda no mercado de trabalho.

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    • 16 de abril de 2018 em 22:08
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      Kkkkkk então se ele ouvir um não do patrão , vai suicidar? Um não de uma mulher vai estrelar ela?
      Esta geração é uma piada,

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      • 18 de abril de 2018 em 11:35
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        Cê sabe o quanto é difícil passar em uma faculdade pública? Tem que fazer uma prova de 5h:30 em um dia e 6h no outro,de todos os conteúdos do ensino médio. Uma prova que dependendo do curso escolhido e da educação que você teve,demanda anos de cursinho,pressão e custos.Vale lembrar que quase ninguém ta tendo dinheiro hoje em dia rsrs
        Passado em faculdade pública,lidamos com professores que não dão aula,que são grossos,egocêntricos e arrogantes,que recusam a te dar 0,0001 pontos ou te dão pau numa matéria e te marcam porque simplesmente não foram com a sua cara.Isso em uma matéria, temos em média ,6 matérias por semestre.Raramente há auxilio da faculdade à essas pessoas,nem bolsa ta tendo direito.Alguns alunos trabalham ,moram longe,tem filho ou fazem estágio e não dão conta da pressão e sucateamento que está a universidade e acabam se matando por não aguentarem mais.Não diminua o sofrimento de alguém e não julgue uma realidade que você nao vive.
        Que Deus te abençoe.

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      • 19 de abril de 2018 em 09:15
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        cala a boca, ignorante!

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Comentários

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