Investigações sobre corrupção no Serviço Municipal de Luto começaram ainda em 2016, confirma delegada Adriene Lopes; ainda existem fatos obscuros


O Divinews publicou em 2016, uma matéria com a manchete: “É DENÚNCIA! Policia Civil de Divinópolis recolhe documentos e computador do Serviço Municipal do Luto por negociações ilícitas de jazigo e caixões” – A apreensão ocorreu no dia 13 de julho. O Divinews pediu informações para a Diretoria de Comunicação sobre o assunto, mas foi informado que o pedido de investigação foi encaminhado para a Policia Civil, e que nada poderia fazer para não atrapalhar as investigações. Naquela época o Divinews chegou a entrar em contato com a Policia Civil em Divinópolis, que redirecionou o pedido feito, para o setor de comunicação da PC em Belo Horizonte – O fato se confirma a partir da entrevista da Delegada Adriene Lopes, na Operação Thanatus, dizendo que de fato as investigações começaram em 2016, por denúncias de vendas ilegais de túmulos, em que o dinheiro parava no bolso dos servidores e não nos cofres da Prefeitura – Existem ainda fatos obscuros que estão sendo investigados – Veja publicação exclusiva do Divinews em 2016.

Conforme denúncias iniciais recebidas, foi relatado que, na última quarta-feira (13/07/2016), uma viatura da Policia Civil, teria comparecido ao Serviço Municipal do Luto para apreender documentos e computadores, baseado em um comportamento ilegal de venda de jazigo, e superfaturamento na venda de caixões, que estariam ocorrendo naquele setor. Fato este que posteriormente foi confirmado pela Diretoria de Comunicação da Prefeitura, de que o pedido de investigação partiu da própria Administração para apurar a venda ilegal de jazigo por um servidor envolvido. Que o ilícito administrativo não foi divulgado para não atrapalhar os trabalhos de investigação da Polícia. E ainda que, já foi aberto um procedimento e que o servidor deverá ser afastado das suas funções até que as investigações sejam concluídas. – A despeito do comunicado oficial da Prefeitura. Contudo, segundo outra fonte, a polícia tem em seu poder até mesmo gravações do servidor negociando com as pessoas que tiveram parentes mortos nas mais diversas circunstancias e precisaram do Serviço Municipal do Luto – O Divinews também entrou em contato com a Delegacia de Polícia Civil em Divinópolis que redirecionou o pedido de informação para o setor de comunicação da PC em Belo Horizonte, que até o momento do fechamento desta matéria não retornou qualquer resposta. 

Só como registro:  o proprietário da Flora Laily, José Hi Lea Yun, morreu no dia 23 de junho do ano passado,  ao soltar de um parapente, e bater em uma pedra, na comunidade de Djalma Dutra.

 

 

 

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