Mais uma clínica de recuperação, a sétima, é fechada por falta de condições sanitárias e tratamento inadequado


Força-tarefa liderada pela Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) encerrou as atividades da sétima clínica de recuperação de dependentes químicos no Cacoco do Meio. Já foram fiscalizadas nove comunidades terapêuticas e apenas duas estavam com as condições regulares.

A Secretaria Sobre Drogas, Conselho Tutelar, Conselho Municipal Antidrogas e Polícia Militar fazem parte da força-tarefa. De acordo com os fiscais da Vigilância em Saúde, a clínica estava sem licença sanitária, além da medicação e tratamento de doenças inadequados. Um paciente foi levado para Unidade de Pronto Atendimento (UPA) pelo Samu.  No espaço estavam internadas 16 pessoas, sendo 11 homens e 5 mulheres.

Em agosto, a força-tarefa começou a atuar. Em uma das clínicas fiscalizadas em setembro, a equipe de fiscais encontrou 53 internos com irregularidades.  De agosto a novembro foram sete clínicas fechadas.

Também em setembro, a força-tarefa vistoriou comunidade terapêutica mantida pela Igreja Católica e confirmou que está com documentação legalizada. O espaço de recuperação tinha dez internos, todos com planejamento de tratamento específico e liberdade de convivência sob supervisão de monitores. A clínica de recuperação usa medicação reduzida sob prescrição médica. No Setor de Alimentação, o cardápio é feito por nutricionista com profissional específico para manipular alimentos.

 

 

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