OPERAÇÃO PÉS NO CHÃO: MPMG (GAECO) investiga falsificações de calçados e sonegação Fiscal em Nova Serrana e Divinópolis


O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), o Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Defesa da Ordem Econômica e Tributária (Caoet) e a 3ª Promotoria de Justiça de Nova Serrana – em conjunto com a Secretaria de Estado de Fazenda e a Polícia Militar –, realiza na manhã desta terça-feira, 7 de novembro, uma operação para desarticular esquema de contrafação de calçados (falsificação de produtos de modo a iludir sua autenticidade) e de sonegação fiscal praticadas por empresas estabelecidas em Nova Serrana e Divinópolis.

Estima-se que as práticas ilícitas tenham causado prejuízo milionário tanto a particulares, em razão da falsificação das marcas, quanto ao Estado, em razão da falta de recolhimento do ICMS, podendo esse montante ser estimado após análise do material arrecadado nas buscas e apreensões.

Estão sendo cumpridos 16 mandados de busca e apreensão expedidos pela Vara  Criminal de Nova Serrana/MG.

Segundo as investigações, as empresas foram constituídas sob a forma de representação comercial para escapar da fiscalização estadual, mas atuavam irregularmente no mercado promovendo a venda direta de produtos contrafeitos e também de originais, mas sem a emissão de documentos fiscais.

Suspeita-se também da prática de lavagem de dinheiro, valendo-se as investigadas, como forma de ocultar o verdadeiro faturamento das empresas, de máquinas de cartões de crédito e débito registradas em nome de terceiros.

Participam da operação, denominada “Pés no Chão”, três promotores de Justiça, 38 auditores fiscais e 70 policiais militares.

 

 

Fonte: Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Defesa da Ordem Econômica e Tributária

2 comentários em “OPERAÇÃO PÉS NO CHÃO: MPMG (GAECO) investiga falsificações de calçados e sonegação Fiscal em Nova Serrana e Divinópolis

  • 8 de novembro de 2017 em 17:27
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    O nosso pais e assim mesmo.só prejudica os trabalhadores .os ladrões que estão lá em cima eles não faz nada

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  • 7 de novembro de 2017 em 22:28
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    Em tempo não há o que reclamar quem pratica o erro tem que pagar por ele.

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Comentários

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