FALTA A LAGOA DO SIDIL: Prefeitura de Divinópolis retira 1.920 caminhões de aguapé do Rio Itapecerica


A Prefeitura de Divinópolis anunciou que após seis meses realizando a limpeza dos aguapés ao longo do Rio Itapecerica. Neste período de medidas paliativas  já foram retirados 1.920 caminhões da planta aquática. Contudo, porém todavia, não retirou, um único caminhão de aguapés, da Lagoa do Sidil, que está totalmente tomada. 

Conforme release enviado pela Comunicação, uma equipe da Secretaria Municipal de Operações Urbanas (Semop) composta por nove funcionários trabalhou diariamente no Rio Itapecerica retirando os aguapés. Porto Velho, Niterói, Candelária, Cachoeira do Cachão e Praia do 49 foram os locais onde se concentrou a retirada das plantas aquáticas.  Por dia, os funcionários da Prefeitura limparam uma área de 500 metros quadrados.

O trabalho inicia-se com colaboradores soltando aguapés das margens com apoio de barcos, bambus e ganchos. Depois, os aguapés são puxados com auxílio de cordas até o local onde a contenção que possibilita a entrada de caminhão e de retroescavadeira é executada. O caminhão para ao lado da retroescavadeira para fazer o carregamento com as plantas, que são levadas para o local de saturação.

Em seguida, os aguapés são retirados do rio e colocados no ponto de acúmulo e saturação. É nos locais que as plantas perdem o volume de água para facilitar o descarte no aterro controlado.

A secretária municipal de Operações Urbanas, Cláudia Abreu, disse que o trabalho foi intenso para não se acumularem os aguapés.

“Começamos em março esse trabalho diário. Todos os dias os funcionários saem de barco para deixar acumular os aguapés. O que é um trabalho árduo e difícil devido à forte proliferação da planta”, destacou.

De acordo com o diretor de Operações da Semop, Rodrigo Alves de Assis, do bairro Esplanada até o bairro Candelária, cinco pontos de retirada de aguapés existem. “Quando a população vê grande quantidade de aguapés reunidos em só um local, é ali o ponto de retirada. Os aguapés são direcionados para locais que permitem aglomeração para que profissionais e máquinas possam realizar o trabalho”, explicou.

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